segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ó paí, ó! rende. O Terra Magazine de hoje traz a seguinte notícia:


Bar de Neuzão se transforma em "estádio" para torcedores do BA-VI

02 de maio de 2011  08h22


 . Foto: Lindomar Assis/Especial para Terra


Bar do Neuzão é palco de festa rubro-negraFoto: Lindomar Assis/Especial para Terra

LINDOMAR ASSIS
Direto de Salvador
Conhecido por milhares de pessoas por meio das cenas do filme "Ó Paí ó", o Bar do Neuzão, no Pelourinho, em Salvador, foi o ponto de encontro das torcidas de Bahia e Vitória para incentivarem os seus times a se classificar a final do Campeonato Baiano. No filme, Neuzão é interpretada pela atriz Tânia Toko.
No Bar do Neuzão anônimos e famosos geralmente se encontram para comemorar qualquer conquista, sobretudo, das suas equipes do coração. No domingo, quem comemorou mesmo foi a torcida rubro-negra, que mesmo com a derrota por 3 a 2 para o Bahia, garantiu vaga na final.
"Foi um time guerreiro durante o campeonato (o Vitória) e mereceu a classificação", afirmou a compositora do primeiro bloco afro da Bahia, o Ilê Aiyê, Rita Mota, mesmo sendo torcedora da equipe tricolor. "Sou Bahia, mas tenho flexibilidade de que o melhor precisa sempre vencer, e o melhor para mim será sempre bom para o meu Estado, pois se trata do Bahia ou do Vitória", ponderou Mota.
Para a presidente do Sindicato das Trabalhadoras Domésticas da Bahia, Cleuza Maria de Jesus Santos, a sua maneira de torcer é diferente. "Sou rubro-negra de coração. Amo o meu Vitória e quero que ele ganhe sempre", enfatiza a presidente, demonstrando convicção.
"E eu também amo o meu Bahia", afirmou a integrante do Movimento Negro Unificado de Mulheres do Estado, Eliana Cerqueira, mais conhecida como Rainha. "Torcemos por times diferentes, mas respeitamos uns aos outros. Vivemos em harmonia, com muita paz", ponderou Rainha.
Bom mesmo é para o dono do bar, Ricardo Matos, que aproveita a fama do local para transmitir os jogos da dupla Ba-Vi e aumentar a sua venda. Segundo Matos, após o bar ter aparecido nas cenas de "Ó Paí ó", muitos turistas começaram a visitar o local, e o negócio cresceu em 30%.
Provocações
Assistir a um clássico Ba-Vi e não ouvir gozações, principalmente em uma decisão, é sinal de que algo está errado. Porém, não foi esse o cenário no Bar do Neuzão, em Salvador, no domingo.
Bastou sair o primeiro gol do Bahia, aos 3min do primeiro tempo, para se ouvir: "Dança da bundinha, dança da bundinha, em Pituaçu, o superman virou sardinha", recorda torcedores do Vitória ao se referir à recente derrota em que o Bahia perdeu por 1 a 0 para o rival.
A vingança da torcida rubro-negra não demorou muito. Bastou o gol de empate, de pênalti, aos 21min do primeiro tempo para que a gozação fosse retribuída, após torcedores do Bahia reclamarem da penalidade marcada contra o time tricolor: "Vai chorar, é? Vai chorar, é? Chore, sardinha!", parodiando a música "Chore na Minha", da banda de pagode Saiddy Bamba.
A partir daí, a cada gol marcado, era motivo para provocações, independente do time.

sábado, 30 de abril de 2011

OFICINA DE TEATRO PARA QUEM GOSTA DE ROCK'N ROLL



Orientador: Marcio Meirelles
Período: 9 a 27 de maio
terças, quintas e sextas / 15 às 18 hs
Valor: R$ 250,00
Faixa etária: a partir de 16 anos.

O interessado precisa enviar currículo com as principais 

atividades realizadas nas áreas de teatro e música. 
Indicar se toca algum instrumento e qual.
Todas as aulas serão registradas em áudio e vídeo, 
o aluno precisa assinar termo de liberação

Inscrições: 14 às 18hs, seg a sex. 71 3083-4616
Documentos necessários: foto 3 x 4, rg, cpf.
Pagamento em dinheiro ou cheque.
Marcio Meirelles: Diretor teatral, cenógrafo e figurinista. 

Começou a fazer teatro universitário como atividade política 
em 1972. Há 35 anos, com Maria Eugênia Milet, criou 
o grupo Avelãs y Avestruz e há 20, com Chica Carelli, 
o Bando de Teatro Olodum. Em 1994, iniciou, com muitos 
artistas, entre eles Ângela Andrade, Marísia Mota 
e Cristina Castro, a reforma e revitalização do Teatro Vila Velha, 
que hoje é um grande centro de formação, criação, 
intercâmbio e difusão das artes cênicas. Ganhador de vários 
prêmios como diretor, cenógrafo e figurinista, também já dirigiu 
vários shows de música, comemorativos de entrega de prêmios 
e de lançamentos de projetos. Seus trabalhos mais recentes 
realizados como encenador foram: “Cabaré da RRRRaça” 
(com estréia em 1997 e sendo apresentado até hoje), 
“Sonho de uma noite de verão”, espetáculo vencedor do 
prêmio Braskem de Teatro de Salvador (2006) e “Bença” (2010), 
para o Bando de Teatro Olodum; “Fausto#Zero” (1999) 
e “Cartas abertas” (2006), para a Cia Teatro dos Novos; 
“Um Tal de Dom Quixote” (1998) e “Oxente, Cordel de Novo?” 
(2003), para os dois grupos; “Material Fatzer” (2001) e “Auto-retrato 
aos 40” (2004) com os grupos residentes do Teatro Vila Velha; 
e “A Roda do Mundo” (2001), “Candaces - a reconstrução do fogo” 
(2003) “eBakulo – os bem lembrados” (2005) para a Cia dos 
Comuns 
(Rio de Janeiro).

TUDO DE MAIO NO VILA

Foto: João Milet Meirelles
Bença, do Bando Olodum, é uma das atrações do Vila

   A Orquestra Sinfônica Juvenil 2 de Julho, primeira orquestra formada pelo NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), se apresenta pela primeira vez no Teatro Vila Velha. No repertório, a Suite Pássaro de Fogo, de Igor Stravinsky, e Fontes de Roma, de Ottorino Respighi, dentre outras.

  A Sinfônica Juvenil "2 de Julho" (J2J), criada em setembro de 2007, é a primeira orquestra formada pelo NEOJIBA. Seu Diretor Fundador e Regente Titular é o pianista e maestro Ricardo Castro que, a convite da Secretaria de Cultura do Estado, implanta desde 2007 na Bahia um sistema de orquestras juvenis e infantis inspirado no aclamado "El Sistema" da Venezuela. O concerto inaugural da J2J foi em outubro de 2007 sob a regência do maestro venezuelano Manuel López Gómez, enviado na ocasião pelo FESNOJIV (Fundación del Estado para el Sistema Nacional de Orquestas Juveniles y Infantiles de Venezuela).

  A orquestra é composta por 90 integrantes de 11 a 25 anos de idade e ensaia diariamente nas dependências do Teatro Castro Alves de Salvador sob a supervisão de Ricardo Castro. Tem realizado diversas apresentações públicas no Brasil e recebe constantemente monitoria de regentes e solistas de renome internacional.

Em 2009 a J2J se apresentou no Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão e realizou sua primeira turnê nas principais capitais do Nordeste brasileiro. Em setembro participou de intercâmbio pedagógico com o FESNOJIV em Caracas, Venezuela.

01/05 | dom | 19h
R$ 10 e 5 (meia)
Palco Principal

FORRUSH

Música | Zé de Tonha


Formada em março de 2002, a banda Zé de Tonha resgata o tradicional forró pé de serra. Composta pelos músicos Super Tom (violão e voz), Haydson Oliveira (percussão), Gilson Conceição (triângulos e efeitos), Pedro Mutti (Sanfona) e Alexandre Vieira (contrabaixo), a banda apresentará o show FORRUSH nas terças de maio do Vila.

Além das músicas autorais, a exemplo de Tio Lima, Vamo pra lua cheia, Café Expresso e Ê Coração, eles cantam sucessos de Luiz Gonzaga, Flávio José e Santana "O Cantador", sem esquecer grupos e compositores baianos, como Timbalada, Tenisson Del Rei e Jau Peri, bem como bandas e artistas do cenário nacional como Skank, Cidade Negra, Moraes Moreira, Gilberto Gil, dentre outros. Dessa forma, Zé de Tonha oferece um show onde prioriza a boa música e a dança, envolvendo o público em um clima de diversão, alegria e resgate das nossas raízes.

03 a 31/ 05 | ter | 19h
R$ 20 e 10 (meia)
Cabaré dos Novos

No Zoom do Zen Pop BaianêsMúsica | Arnaldo de Almeida e Jarbas Bittencourt

Os compositores apresentam canções autorais, acompanhados somente pelo violão, num formato que propõe a  ambos um aprofundamento na relação intérprete/compositor/instrumentista.  Os músicos conduzem o público pelos caminhos artísticos que trilharam individualmente e falam sobre suas trajetórias a partir de 1993 (ano em que se conheceram e criaram a Confraria da Bazófia) quando suas criações buscavam refletir um sotaque soteropolitano de composição.

05/05 | qui | 20h
R$ 10 e 5
Cabaré dos Novos


Bença
Teatro | Bando de Teatro Olodum
Direção: Marcio Meirelles | Diretor Musical: Jarbas Bittencourt


O respeito aos mais velhos é o tema da peça teatral, que propõe a valorização da memória cultural da humanidade. Em cena, os 19 atores e dois músicos contracenam com os depoimentos em vídeo de Bule-Bule, Cacau do Pandeiro, D. Denir, Ebomi Cici, Makota Valdina e mãe Hilza, figuras emblemáticas e guardiãs da cultura popular.

06 a 29/05 | sex e sáb | 20h
                    | dom | 17h
R$ 40 e 20 (meia)
Palco Principal

Contato:
Auristela Sá - (71) 3083-4607

Promoção
  • Os 50 primeiros ingressos, de cada sessão, serão vendidos a R$ 15 (preço único). Até 24h antes de cada espetáculo.
  • Instituições e escolas terão descontos na compra acima de 20 ingressos. Cada ingresso ficará no valor de R$ 15 (preço único).

Mar Me Quer
Teatro | A Outra Cia de Teatro
Direção: Luiz Antônio Jr.

A oitava montagem d'A Outra Companhia é baseada na novela do moçambicano Mia Couto e do texto dramático construído a partir desta obra pela atriz portuguesa Natália Luíza publicada pela Coleção Cena Lusófona. O espetáculo se vale dessas duas obras homônimas para construir sua dramaturgia e criar um universo repleto de estórias de pescador, amor e tradição.

Mar Me Quer conta a história de Zeca, um homem que tenta fugir de seu passado e vive em diálogo com seu Avô, morto. Apaixonado por uma mulher mais velha, Luarmina, ele necessita recorrer as suas memórias para conquistar sua amada.

Mas não é mais uma estória de pescador e nem mais uma de amor. Mar Me Quer pode ser uma alusão a brincadeira dos apaixonados, onde cada pétala retirada significa o destino do amor às vezes não correspondido. O título também pode ser uma referência ao mar, sendo que, os atos se passam em uma comunidade quase abandonada de pescadores, cabendo ao mar o destino de todos os participantes.

Em cena, a plástica é de muita mobilidade e tudo pode ser utilizado, desde um simples grão de milho até um velho baú, inclusive enquanto elemento de composição sonora mesclados a melodias que traduzem o sentimento de cada cena. No elenco, quatro atores revezam-se entres os personagens, trazendo uma visão diferente a cada interpretação. O espetáculo foi contemplado no edital de montagem (2009) pelo Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz.

Contato:
Luiz Antônio Jr. - (71) 8849-9308 | aoutra@teatrovilavelha.com.br

18 e 25/05 | qua | 20h
R$ 20 e 10   
Cabaré dos Novos

Use o assento para flutuar
Dança | Naiá Delion e Volmir Cordeiro

Trabalho solo desenvolvido no contexto do projeto Colaboratorio, programa de residência artística promovido pelo Festival Panorama de Dança na cidade do Rio de Janeiro. O ponto de partida foi a criação de um inventário, contendo elementos impulsionados pela intensa convivência entre os artistas residentes. Inventariar permanentemente o que se tem (ou pelo que se é tido) e insistir em desistir foram algumas das estratégias encontradas para lidar com questões como desmoronamento, acidente, ruína, permanência, deserção, flutuação, alegria.


Este projeto foi contemplado pela Fundação Nacional de Artes - FUNARTE no Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2010.

Contato:
Naiá Delion
(11) 3225-9585 | (11) 9983-5205 | (21) 7139-7837

12/05 | qui | 20h
R$ 20 e 10
Cabaré dos Novos

Ronei Jorge, Pietro Leal e Jarbas Bittencourt
Música

A partir de um convite para participar do evento "Tabuleiro BA - A Bahia de Todos os Sons" no Rio de Janeiro, os músicos Ronei Jorge, Pietro Leal e Jarbas Bittencourt se juntam em um novo formato de show para apresentar canções próprias. Além deles, o percussionista Leonardo Bittencourt também fará parte do show que acontecerá no Cabaré dos Novos, aqui no Vila, no dia 19 de maio.

"Tabuleiro BA - A Bahia de Todos os Sons" é realizado pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura e acontece no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) na cidade do Rio de Janeiro. O evento apresenta a diversidade sonora da atual música produzida na Bahia, esquivando-se do estereótipo gerado pelo imaginário coletivo quando se fala de música baiana, quando nos vêm à cabeça a divertida, dançante e carnavalesca axé music. Jussara Silveira, Lucas Santtana e Virgínia Rodrigues são alguns dos nomes que já participaram do evento.

Contatos:
Ronei Jorge - (71) 9127 - 8127
Jarbas Bittencourt - (71) 9631-3719
Pietro - (71) 8895 - 1552

19 | qui | 20h
R$ 20 e 10 (meia)
Cabaré dos Novos


Vila do Choro
Música | Grupo Novato

O melhor da música instrumental brasileira, em clássicos do chorinho executados por grandes instrumentistas baianos. O evento é capitaneado pelo Grupo Novato, que conta com bambas do cenário musical baiano, como Cacau do Pandeiro, Gilson Verde, Dudu Reis (Cavaquinho) e Victor Sales (violão sete cordas).

Contatos:
Victor Sales - (75) 3621-2365 | 75 3621-2120 | 71 3336-6638 | 9654-2206
Dudu - (71) 8196-6691

23/05 | seg | 18h
R$ 10 e 5
Cabaré dos Novos

Encontro de Compositores
Música

O evento musical do Vila, realizado por um time de artistas de estilos e gerações diferentes, reúne música e roda de conversa no Cabaré dos Novos. Integram o time: Jarbas Bittencourt, Arnaldo de Almeida, Manuela Rodrigues, Sandra Simões, Ronei Jorge, Dão, Pietro Leal, Thiago Kalu, Carlinhos Cor das Águas e Deco Simões. 

A configuração do espaço, que deixa os compositores espalhados pelo Cabaré dos Novos, permite uma integração entre público e artista. Os artistas têm a liberdade de explicar a origem de suas composições, contar sobre suas estórias, amores perdidos, questionamentos sobre a vida e por aí vai.

O Encontro acontece durante o mês de fevereiro, todas as quintas, sempre às 20h. Confira a página especial do Facebook sobre o Encontro de Compositores: http://bit.ly/dnXTWH

Contato dos compositores:
Sandra Simões - 9970 1103
Arnaldo Almeida - 8861 - 7538
Ronei Jorge - 9127 - 8127
Deco Simões - 9919 - 8761
Kalu - 8103 - 4321
Pietro - 8895 - 1552
Manuela Rodrigues - 9977 - 3656
Dão - 8885 - 8930
Carlinhos Cor das Águas - 3328 0011 / 9969 - 0739

26/05 | qui | 20h
R$ 20 e 10
Cabaré dos Novos



Da Ponta da Língua à Ponta do PéMusical infanto-juvenil 
Da Ponta da Língua à Ponta do Pé  é um convite para percorrermos o universo da Dança. Com toques de comédia romântica, os dançarinos do Viladança valem-se de gírias, temas e dúvidas tipicamente adolescentes para contar a história de Zé, um garoto que gosta de rap, skate e não conhece nada sobre a dança. Até que ele se apaixona por Isadora, uma bailarina, e decide mergulhar no universo da Dança para se aproximar de sua amada. Com ajuda de sua professora, ele passeia pela história da Dança no Ocidente, desde a Pré-História, passando pelos rituais religiosos da antiguidade e salões da nobreza européia, até chegar aos palcos contemporâneos.

Didático, mas sem perder a inventividade, o espetáculo faz parte de um projeto para a formação de plateia voltado para o público infanto-juvenil do Núcleo Viladança - residente no  Teatro Vila Velha.
  
Contato:
Baobá Produções - (71) 3022-1159

17 a 19/05 | ter a qui | 10 e 14h
Evento Fechado | Formação de plateia
Palco Principal

Oficinas do Vila

Oficina de Dança Flamenca

Orientadora: Laura Pacheco
Terças e quintas / 18 às 19h / maio e junho
Valor: R$ 100,00 (por mês)
Faixa etária: > 12 anos.
Uma parceria do Teatro Vila Velha e Instituto Cervantes


Continua em maio, e aceitando novas inscrições, a oficina de Dança Flamenca ministrada por Laura Pacheco.  Com a proposta de trabalhar a percepção do corpo, sua presença e ação cênicas, no contexto da dança flamenca. A oficina que entra em seu segundo mês, sempre as terças e quintas, é uma parceria entre o Teatro Vila Velha e o Instituto Cervantes Salvador.

A partir dos parâmetros estéticos dessa arte, irá se investigar o corpo flamenco e suas intenções de movimento em diferentes toques e bailes, com base em noções de peso/densidade, contensão/explosão, prontidão/precisão rítmica - sapateado e palmas, entre outros.

O curso promoverá também aulas de cunho teórico-prático, incluindo - além de exercícios práticos como improvisação, montagem e criação de seqüências coreográficas - aulas de história do flamenco, estudo e análise de vídeos de grandes bailaores espanhóis e espetáculos tradicionais e contemporâneos de flamenco. A oficina é focada tanto para alunos que não tenham experiência nessa dança como também para aqueles que estão em nível iniciante ou intermediário.

Laura Pacheco: Mineira, artista da dança, professora de flamenco, jornalista e mestranda pelo Programa de Pós-graduação em Dança da UFBA. Ministra aulas de dança flamenca há 10 anos, tendo em sua formação o professor e bailarino cubano Miguel Alonso - Ballet Nacional de Cuba. Em sua viagem a Espanha e por workshops no Brasil, Laura especializou-se com grandes mestres espanhóis como Israel Galván, La Truco, Carmen La Talegona, Imaculada Ortega, Torombo, Maria Juncal, La China, entre outros. Em Belo Horizonte, atuou nas companhias Ballet Flamenco Soleá e Cia. Flamenco Miguel Alonso. Em Salvador, realizou o espetáculo "Diálogos" (flamenco tradicional) e os trabalhos "Experimento Flamenco n° 7", "Reporto-me" e "Desplante" - esses últimos, numa proposta de diálogo entre flamenco, performance, arte contemporânea.

Contato:
Laura Pacheco - (71) 8169-7759

Oficina de Teatro pra quem gosta de Rock´n Roll
Orientador: Marcio Meirelles
09 a 27/05 | Ter, qui e sex | 15h às 18h
Valor: R$ 250,00
Faixa etária: > 16 anos.


A utilização de novas tecnologias e o diálogo com outras linguagens, como o Rock'n Roll, são o foco da oficina que ministra este mês.

Marcio Meirelles: Diretor teatral, cenógrafo e figurinista. Começou a fazer teatro universitário como atividade política em 1972. Há 35 anos, com Maria Eugênia Milet, criou o grupo Avelãs y Avestruz e há 20, com Chica Carelli, o Bando de Teatro Olodum. Em 1994, iniciou, com muitos artistas, entre eles Ângela Andrade, Marísia Mota e Cristina Castro, a reforma e revitalização do Teatro Vila Velha, que hoje é um grande centro de formação, criação, intercâmbio e difusão das artes cênicas. Ganhador de vários prêmios como diretor, cenógrafo e figurinista, também já dirigiu vários shows de música, comemorativos de entrega de prêmios e de lançamentos de projetos. Seus trabalhos mais recentes realizados como encenador foram: "Cabaré da RRRRaça" (com estréia em 1997 e sendo apresentado até hoje), "Sonho de uma noite de verão", espetáculo vencedor do prêmio Braskem de Teatro de Salvador (2006) e "Bença" (2010), para o Bando de Teatro Olodum; "Fausto#Zero" (1999) e "Cartas abertas" (2006), para a Cia Teatro dos Novos; "Um Tal de Dom Quixote" (1998) e "Oxente, Cordel de Novo?" (2003), para os dois grupos; "Material Fatzer" (2001) e "Auto- retrato aos 40" (2004) com os grupos residentes do Teatro Vila Velha; e "A Roda do Mundo" (2001), "Candaces - a reconstrução do fogo" (2003) "eBakulo - os bem lembrados" (2005) para a Cia dos Comuns (Rio de Janeiro).

Contato:
Marcio Meirelles - (71) 3083-4600

Oficina "Show Man - O Palhaço na Rua"
Orientador: Thiago Enoque e Cia. ObCena de Artes
07 a 29/05 | Sáb e dom | 9h às 13hs
Valor: R$150,00

Público alvo: profissionais e estudantes de artes. 


Limite de vagas - 16 integrantes

A oficina "Show Man - O Palhaço na Rua" aborda e oferece os processos de treinamento e criação desenvolvidos pela Cia ObCena de Artes em torno da arte da palhaçaria e comicidade. Ministrada pelo artista Thiago Enoque, a oficina apresenta o palhaço enquanto um performer que utiliza uma variedade de ferramentas de criação e improviso para executar seu show, sua arte. Direcionada para artistas, o processo da oficina é voltado para a atuação na rua. Serão trabalhados na oficina os seguintes conteúdos: a) Treinamento físico e energético; amplitude e construção de repertório de movimento; b) Jogos de grupo e improvisação; c) Partitura Cômica; d) Dramaturgia de Rua; e) Esquetes/números de palhaço

Thiago Enoque:
 Licenciado em Dança pela Universidade Federal da Bahia, direciona suas investigações e pesquisas para os fazeres da cena associando possibilidades corporais a uma prática que conduz para um caminho de treinamento próprio onde este se materializa nas suas atuações em teatro, palhaçaria, circo, dança e performance, além de procedimentos e métodos pedagógicos. Neste caminho, vem construindo sua linguagem de atuação mesclando conhecimentos empíricos e autodidatas com técnicas e teorias cênicas.


CIA OBCENA DE ARTES:
 configura-se como um lugar de colaboração em busca da emancipação artística, referindo-se à autonomia de produção e criação em arte associados a processos pedagógicos de ensino-aprendizado. Propõe-se a ser um encontro de artistas-educadores interessados na pesquisa acerca de novas possibilidades de configurações da cena e na difusão da arte. Trás, portanto, na emergência da criação artística formações imbricadas de diversas linguagens, mesclando teatro, dança, circo e performance numa investigação em arte contemporânea, onde o hibridismo entre as linguagens faça emergir e apontar uma estética singular deste fazer artístico.


Contatos:

Thiago Enoque - (71) 8811-4180
ciaobcena@gmail.com
http://ciaobcenadeartes.blogspot.com/
www.flickr.com/ciaobcena

Oficina "O Que Mais Fotografar?"
Orientadores: João Millet Meireles, Tiago Lima e Mayra Lins
28/06 a 13/08 | ter - 19 às 22h | sáb - 9 às 12h
R$ 220

'O Que Mais Fotografar?'* é uma oficina de elaboração, desenvolvimento e execução de um projeto fotográfico sob a orientação de João Milet Meirelles, Mayra Vilar Lins e Tiago Lima. O objetivo dos encontros é possibilitar que o processo criativo de cada participante funcione como guia, através do qual a imagem, em suas expressões e no pensar que dela se origina, desdobre-se em estudos compartilhados na busca do fazer autêntico e consciente.

O exercício do olhar crítico e inovador será encorajado e posto em prática através da apresentação de uma visão geral da fotografia contemporânea (conceitos e fotógrafos), do desenvolvimento orientado do fluxo de trabalho, bem como nas escolhas de técnicas e equipamentos necessários às demandas criativas dos envolvidos.

A oficina será dividida em cinco momentos distintos para a criação do projeto fotográfico:

Momento I (três encontros):
  • Panorama da fotografia na atualidade (exemplos em diferentes expressões: fotojornalismo, cotidiano, moda, intervenção artística...)
  • Panorama de novos temas norteadores da produção fotográfica contemporânea (realidade - ficção, 'isto foi' - devir presentificado, revoluções técnicas, interação com diferentes linguagens artísticas...)

                Momento II (três encontros):
  • Apresentação das propostas/idéias dos participantes (textos, imagens, referências e amostra de seu trabalho)

                Momento III (cinco encontros):
  • Busca por unidade formal e temática (Fase para compartilhar textos, autores e imagens na orientação dos projetos).
  • Escolha de material e equipamento para produção (técnicas e suas demandas).

Momento IV (três encontros):
  • Elaboração escrita e subjetiva se desenvolve individualmente para ser então discutida no grupo (neste ponto a edição dos trabalhos já vem sendo realizada periodicamente, inclusive a revelação das imagens).
  • Primeira mostra dos resultados para o grupo.

Momento V (dois encontros):
  • Reavaliação das metas e resultados parciais, definição dos passos seguintes, introduzir informação sobre exposição.

João Milet Meirelles: nascido em Salvador, Bahia, cercado pelo ambiente do teatro, é fotógrafo e músico. Em ambos os ofícios trabalha com cena, pesquisa texturas e a composição em tempo real.
Mayra Vilar Lins: Psicóloga e fazedora de imagens fotográficas, escritas, ou imaginadas, pesquisa, e circula por diferentes territórios de expressão em busca e à serviço do tempo poético.

Thiago Lima: fotografo de Salvador, seus retratos dialogam com moda, comportamento
arte performática e publicidade.  

* Título do texto de Geórgia Quintas, publicado no Jornal do Commercio (PE).
http://gquintas.wordpress.com/2008/11/13/o-que-mais-fotografar/

Contatos:
João Meirelles - (71) 8807-1111
Thiago Lima - (71) 9907-1013

Oficina "Da Produção para a Ação"
Orientadores: Cristiane Britto e Marcus Leone (I ETAPA); Claudia Pessoa e Joalva Moraes (II ETAPA)
 07 e 14/05 | sab | 8 às 17:30h
Gratuita | Para ex-alunos das oficinas do Ponto de Cultura do Teatro Vila Velha


Dividida em duas etapas, a Oficina "Da Produção para a Ação" é uma realização do Vila para os ex-alunos das oficinas do Ponto de Cultura do Teatro Vila Velha. A primeira etapa (07/05) da Oficina, que será ministrada por Cristiane Britto e Marcus Leone, tem como objetivo conceituar e estruturar roteiros para produtos audiovisuais ficcionais, educativos de curta duração, conhecer as etapas de produção e o uso do roteiro nessas etapas, além de diferenciar roteiro literário de roteiro técnico. 

Num segundo momento (14/05), as orientadoras Claudia Pessoa e Joalva Moraes irão proporcionar aos alunos o conhecimento abrangente sobre a importância da produção bem como as diversas fases dela na realização de uma peça audiovisual, como por exemplo, pré-produção, produção, desprodução e finalização. A oficina propõe-se a refletir sobre a criação de roteiros em um nível básico, inicial e o uso do mesmo nos processos de produção audiovisual para obras ficcionais, educativas de curta duração.

Informações à imprensa:
Cinara Pereira / Heide Costa
Núcleo de Comunicação
(71) 3083-4610/ 4622
comunicacao@teatrovilavelha.com.br

quinta-feira, 28 de abril de 2011

José Wilker recebe diretores Chica Carelli e Márcio Meirelles no programa Palco e Plateia no Canal Brasil




Série de TV itinerante apresentada por José Wilker, com entre-
vistas de renomados diretores de teatro, traça panorama das
artes cênicas no país.
Dirigida por Jorge Nassaralla e Pedro Flores da Cunha, a série
Palco e Plateia abre as cortinas do teatro brasileiro todas as
segundas-feiras, às 21h, no Canal Brasil, para apresentar um
panorama do universo das artes cênicas no país. O ator, diretor,
crítico de cinema e apresentador José Wilker entrou em cena
e entrevistou alguns dos maiores e mais representativos
diretores do universo teatral. Wilker, que tem intimidade
com o assunto – são mais de 50 peças no currículo -, contou
com a participação de diversas plateias nos teatros das
principais capitais onde as conversas foram filmadas. O programa
mostra ainda imagens das produções teatrais e depoimentos
de grandes atores e outros profissionais do meio que fizeram
parte da trajetória de cada diretor entrevistado.

Com roteiro de Jorge Espírito Santo, Palco e Plateia discute
o teatro brasileiro, suas diversas manifestações, suas variadas
visões, linguagens, métodos de encenação e processos de
criação. Com perguntas também da plateia, muitas consti-
tuídas por atores e pessoas do mundo das artes cênicas,
se estabelece um diálogo, uma troca entre diretor e público,
profissionais e admiradores do teatro. O programa é uma
produção da Girassol Comunicações em parceria com
a KN Vídeo, e conta com patrocínio da Oi e apoio
cultural do Oi Futuro.

No total, são 13 episódios (30 minutos cada) que serão exibidos
até 27 de junho.

No próximo episódio, dia 2 de maio (segunda-feira), José Wilker
recebe os fundadores do Bando de Teatro Olodum, de
Salvador, Chica Carelli e Márcio Meirelles. A companhia,
formada por atores exclusivamente negros, possui grande
destaque no cenário teatral baiano. Além das entrevistas,
a série traz depoimentos de Lázaro Ramos (revelado
pelo grupo teatral), Rejane Maya e Jarbas Bittencourt.
Sobre José Wilker

Sobre Chica Carelli e Márcio Meirelles (Bando de Teatro Olodum)
Os diretores de Chica Carelli e Márcio Meirelles fundaram,
em 1990, o Bando de Teatro Olodum. Nascida no Pelourinho,
no Centro Histórico de Salvador, a companhia é formada
por atores exclusivamente negros e possui grande destaque
no cenário teatral baiano.
Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, Márcio Meirelles
começou a trabalhar com artes cênicas na década de 1970.
Entre seus principais trabalhos está o espetáculo “Ó Paí Ó”,
cujo texto e projeto de encenação deram origem ao
filme homônimo dirigido por Monique Gardemberg, com
o ator Lázaro Ramos (que começou sua carreira no Bando
de Teatro Olodum). De 2007 a 2010, Meirelles foi Secretário
de Cultura do Estado da Bahia.

Criada em 2007, a montagem “África”, primeiro espetáculo
infanto-juvenil do Bando, dirigida por Chica Carelli, foi
indicada ao Prêmio Braskem de Teatro nas categorias
de Mellhor Espetáculo, figurino e ator coadjuvante.

Créditos:
Apresentador: José Wilker
Direção: Jorge Nassaralla e Pedro Flores da Cunha
Produção Executiva: Bia Flores e Fabiana Misse
Assistente de Direção: Fernanda Binato
Direção de Produção: Grasiele Ferrari
Direção de Fotografia: Wlacyra Lisboa
Roteiro: Jorge Espirito Santo
Montagem: Bruna Baitelli
Data: Todas as segundas-feiras, de 4 de abril a 27 de junho.
Horário: 21h
Reprises aos domingos, às 12h30.
Canal Brasil (66 na grade de canais das empresas de televisão por assinatura NET e SKY)
Classificação livre
EPISÓDIOS:
4 de abril – Aderbal Freire-Filho
11 de abril – Charles Möeller
18 de abril – Bia Lessa
25 de abril – Amir Haddad
2 de maio – Chica Carelli e Marcio Meirelles (Bando de Teatro Olodum)
9 de maio – Rodolfo Garcia Vazquez (Grupo Os Satyros)
16 de maio – Eduardo Moreira (Grupo Galpão)
23 de maio – Guti Fraga (Grupo Nós do Morro)
30 de maio – Hamilton Vaz Pereira
6 de junho – Gabriel Villela
13 de junho – Miguel Falabella
20 de junho – Bibi Ferreira
27 de junho – Antunes Filho

Sobre o novo projeto do Bando


trilogiaRemix.DOC_aquartapeça marca os 20 anos de Essa é nossa praia (1991), primeira peça da Trilogia do Pelô, seguida por Ó paí, Ó! (92) e depois por Bai bai Pelô (94). Três momentos de uma comunidade que passou por um corte cultural violento, com a reforma feita no Maciel, bairro do Centro Antigo de Salvador, que acabou ganhando o nome da praça onde marginais e escravos eram castigados séculos atrás: o Pelourinho.
O espetáculo remixa as três peças e o tempo que passou desde a estréia da primeira. Faz o mesmo com as linguagens (teatro, música, dança, fotografia e audiovisual), e com as tecnologias e ferramentas virtuais disponíveis agora.
Será um documento sobre o passar do tempo e o que aconteceu naquele território urbano, com depoimentos em vídeo e ao vivo de personagens reais. Vai fundir os registros das montagens originais das três peças com cenas ao vivo das mesmas.  Novas cenas e personagens, criados para a quarta, vão dar conta da passagem do tempo.
O espetáculo reflete também sobre a própria gênese das peças, do filme e da série televisiva, usando imagens de todas elas.
Por fim, a trilogia, com esta quarta peça, torna-se uma tetralogia. Projeto que vinha sendo alimentado pelo Bando e que agora, nas vésperas da produção da terceira temporada da série, cria um sentido especial.
O processo de construção do espetáculo tem sido colaborativo e a internet, as redes sociais, vídeo, projeções, câmeras, programas de DJ e VJ e moradores do Pelô, ao lado dos artistas do Bando e de outros artistas que se engajaram no projeto, têm se mobilizado pra isso. A sala de ensaio do Bando, no Teatro Vila Velha vem se tornando um pequeno laboratório de pesquisa tecnológica para novas narrativas cênicas. O que vai resultar numa visão nova sobre o primeiro tema tratado pelo grupo: a violência social e a comunidade que ao mesmo tempo é sujeito e objeto dela.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Herdeiros do Axé

Amigos neste fim de semana, sabado dia 30, acontecerá o seminário - Juventude de terreiros: herdeiros de axé . no ile ase ala koro wo, localizado na travessa do muguengue n.42, Venda velha São João de Meriti, liderado por mãe torody de  ogun. Esperamos todos vocês lá e por favor espalhem pra todo povo de axé . Vamos todos pensar juntos o futuro de nossa religião. 
Informações: ciadearuanda@gmail.com
(21) 9146-8150 / 9724-9449 / 3286-7607

IAURETÊ

BENÇA estréia no dia 06/05 no Teatro Vila Velha (Salvador/BA), 20h.
no mesmo dia IAURETÊ vai estar de volta no Teatro do Sesi. É uma importante retomada do PALMARES IÑARON, grupo que marcou a cena baiana nos anos 1970/80.
www.palmaresinaron.blogspot.com

Benvinda!


Luciana Souza volta a ensaiar com o Bando.
Ela esteve no terceiro ensaio do
trilogiaRemix.DOC_aquartapeça
Foi uma festa.
Confira as fotos de  Tiago Lima