Se está programando sua agenda para o Feriadão, inclua Dô nela! Sexta, Sábado e Domingo o Bando estará em cena no Teatro Vila Velha.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Conexão Bahia e Japão em nova Temporada
Dô, montagem do Bando de Teatro Olodum, em
nova temporada no Teatro Vila Velha
A criação conjunta do Bando de
Teatro Olodum com o coreógrafo japonês Tadashi Endo, DÔ, estará em cartaz no
Teatro Vila Velha de 31 de maio a 09 de junho, sextas e sábados 20h e domingos 19h.
Os ingressos para a montagem, que teve sua estreia no final de 2012, custam
R$30,00 e R$15,00 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro.
Dô, palavra
japonesa que significa “movimento”, trata da transformação da história
individual, da identidade, em energia e é um diálogo entre a contenção da arte
japonesa e a explosão de energia afro-baiana.
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Conexão Bahia e Japão em nova Temporada
Dô, montagem do Bando de Teatro Olodum, em nova temporada no Teatro Vila Velha
A criação conjunta do Bando de
Teatro Olodum com o coreógrafo japonês Tadashi Endo, DÔ, estará em cartaz no
Teatro Vila Velha de 31 de maio a 09 de junho, sextas e sábados 20h e domingos 19h.
Os ingressos para a montagem, que teve sua estreia no final de 2012, custam
R$30,00 e R$15,00 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro.
Dô, palavra japonesa que significa “movimento”, trata da transformação da história individual, da identidade, em energia e é um diálogo entre a contenção da arte japonesa e a explosão de energia afro-baiana.
Dô, palavra japonesa que significa “movimento”, trata da transformação da história individual, da identidade, em energia e é um diálogo entre a contenção da arte japonesa e a explosão de energia afro-baiana.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Dô em Belo Horizonte.
O Bando de Teatro Olodum também integra a programação do VIVADANÇA Festival Internacional. Com O espetáculo DÔ.
A apresentação será em Belo Horizonte.
Espetáculo "Dô" + Lançamento do livro "Bença".
Teatro do Oi Futuro Klauss Vianna (Belo Horizonte)
5 de maio, às 19h
R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
A apresentação será em Belo Horizonte.
Espetáculo "Dô" + Lançamento do livro "Bença".
Teatro do Oi Futuro Klauss Vianna (Belo Horizonte)
5 de maio, às 19h
R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
sábado, 30 de março de 2013
Os nossos vivos em espírito
Deitei-me ontem,
domingo,à tardinha pra tirar um cochilo e peguei no sono. Acordei pensando no
compromisso assumido de escrever um texto para o Bando. Levantei-me e deparei
com janela aberta, porta encostada, computador ligado e olhando as horas, já
era inicio da madrugada de segunda feira. Sentei-me diante do computador e
fiquei pensando...
E a mim
chegarampensamentos:vida – morte; morte – vida.
O querer a presença
física de alguém, a necessidade de visualizar o existir físico de pessoas
queridas é algo constante nessa nossa vida passageira e como nós nos apegamos a
ela... E nesse apego alguns apenas passam pela vida nesse nosso plano físico;
outros vivem intensamente e buscam fazer o que lhe foi destinado, no seu tempo
de vida aqui e o fazem. E a gente que fica tende a especulações: e se... ,
poderia...
Se na visão da gente a
morte é o fim, tudo acabou então o partir dessa vida deve mesmo ser encarado
com tristeza, mas se ao contrário vemos a partida dessa vida como um novo
nascimento ou renascimento num outro tipo de vida, nossos entes queridos,
principalmente os que deixaram marcas no seu passar por essa vida visível para
nós, não estão mortos; são os nossos vivos em espírito.
Aqui estamos para
homenagear uma viva em espírito:Auristela Sá.Na sua passagem por essa vida que
nós hoje vivemos deixou sua marca no que talentosamente fazia e gostava de
fazer, comprometeu-se com a realidade do seu tempo como ativista através da sua
arte e do seu viver. Que daí onde você está agora, juntando-se aos nossos
bakulu, possa continuar o seu fazer e emitir sopros de luz para nós que aqui
continuamos. Receba a nossa alegria saudosa e... Até um dia.
Makota Valdina Pinto.
sexta-feira, 22 de março de 2013
No dia do teatro, 27/03, o Bando de Teatro Olodum e o Teatro Vila Velha realizam concerto em homenagem à atriz Auristela Sá
Os acordes contemporâneos, eruditos e populares, dos violonistasMario Ulloa, Vladimir Bonfim e dos alunos da Escola de Música da Ufba. E a participação especial das cantoras Juliana Ribeiro Perfil Lotado e Marcia Short numa linda homenagem póstuma à atriz Auristela Sá. Imperdível.
segunda-feira, 18 de março de 2013
PARA AURISTELA
É MUITO DIFÍCIL FALAR QUANDO ALGUÉM COMO AURISTELA SILENCIOU
O SEU SILÊNCIO AGORA DÓI MAIS DO QUE TUDO
ELA SEMPRE FOI SOM SEMPRE FOI PALAVRA
SEMPRE FOI DISCURSO COMO ATRIZ
ATRIZ POSSESSA
PELA CRIAÇÃO
CADA PERSONAGEM ERA SEU CORPO MENTE VOZ CORAÇÃO ESTÔMAGO
INTEIROS
TODO FIBRA TODO HISTÓRIA
CADA PERSONAGEM UM DISCURSO DE MULHER DE NEGRA
HUMANO HUMANO HUMANO HUMANO COMO SÓ OS HUMANOS PODEM SER
CADA NOVO PAPEL TANTAS PALAVRAS
MAIS QUE ATRIZ - AURISTELA ARTISTA FEZ COMO POUCOS O QUE SÓ
MUITO POUCOS CONSEGUEM FAZER
MARCOU QUEM OUVIU O SEU SOM E SUA FÚRIA PRA SEMPRE
NÓS PUDEMOS PARTICIPAR DISSO
NÓS SEU BANDO SEUS CÚMPLICES SEUS IRMÃOS
PUDEMOS VER OUVIR SENTIR APRENDER A FAZER A RESPEITAR SEUS
TEMPOS SUA VONTADE SUA DEFESA SEU ATAQUE SUA GINGA
PUDEMOS TANTAS VEZES DURANTE TANTO TEMPO CONSTRUIR JUNTOS O
MUNDO QUE A GENTE QUERIA QUE O MUNDO FOSSE
QUE ESSE TEMPO FOI POUCO
MUITO POUCO
AURISTELA NÃO PODIA TER SILENCIADO AINDA
FALAREMOS SEMPRE QUE ELA ESTÁ PRESENTE E ESTARÁ
MAS UMA ATRIZ É UM CORPO FÍSICO
É UM SOM
É UMA VONTADE
É UMA RESPOSTA
É MUITAS QUESTÕES
E ESSAS QUESTÕES É QUE VÃO FICAR
SEU CORPO
SEU SOM
SUA VONTADE
SUAS RESPOSTAS
VÃO FAZER FALTA
NÃO VAMOS CONHECER OS PERSONAGENS
QUE ELA DEIXOU DE FAZER
E FALAMOS SÓ DO VISÍVEL
PORQUE PERDEMOS DEMAIS
NÃO VAMOS FALAR DA PESSOA
DA BASE SEMENTE RAÍZ CONTEÚDO TRONCO GALHOS FOLHAS FLOR E
FRUTO
O SUSTENTO DA ATRIZ
ERA MAIOR DO QUE ELA
E SOBRE A PESSOA NÃO VAMOS FALAR
CADA UM DE NÓS IMAGINA UM DEPOIS UM ALÉM UM DEUS COM QUEM E
ONDE ELA ESTARÁ
MAS O FATO É QUE FICAMOS SEM ELA EM CENA
SUA CENA AGORA É OUTRA VASTA IMENSA IMENSURÁVEL IMPENSÁVEL
INDIZÍVEL SEM SOM
NOSSA MEMÓRIA MAIS LEVE
NOSSO DIA A DIA VAI COLOCAR AS COISAS EM SEUS LUGARES
MAS NUNCA MAIS FLÁVIA KARINE CARMEM BERNA ROSA
NUNCA MAIS AURISTELA
ESTRELA DE OURO NUNCA MAIS
MARCIO MEIRELLES
terça-feira, 12 de março de 2013
| O TEATRO VILA VELHA LAMENTA O FALECIMENTO DA ATRIZ AURISTELA SÁ |
|
Integrante do Bando de Teatro Olodum, a artista morreu às 4h da manhã desta terça-feira, no Hospital Jorge Valente. O enterro será no município de Alagoinhas, cidade natal de Auristela.
Auristela Gonçalves Sá Barreto, 44 anos, mais conhecida do grande público como Auristela Sá, estava em tratamento contra um câncer no pulmão, descoberto no ano passado. Inclusive, por causa do tratamento, não pôde atuar em “Dô”, última montagem do Bando de Teatro Olodum, que foi dedicado a ela.
“É lastimável. Ela era uma atriz de grande talento. Uma perda muito grande para todo teatro baiano. Ela era fundamental na estrutura organizacional do Bando, tanto como atriz quanto produtora”, diz Chica Carelli, coordenadora da companhia.
Intérprete de personagens memoráveis, ela atuou em peças como “Bença” (2010), “Áfricas” (2007), na remontagem de “Sonho de uma noite de verão” (2006), da obra de William Shakespeare, e fez muito sucesso na pele da cantora Flávia Karine, em Cabaré Rrrrraça (1997), e como a Carmem lavadeira de “Ó Pai Ó” (1992), tanto no teatro quanto no Cinema e na televisão.
“Auristela era uma luz no Bando de Teatro Olodum com sua vitalidade, sua sensualidade à flor da pele. Impagável a cena do Cabaré da Rrrrrraça em que ela dança com quatro atores o número musical O Super Negão cheia de despudor, tão apaixonada pelo palco. Essa luz se apaga e deixa um vazio enorme na companhia”, observa o jornalista e escritor Marcos Uzel, que em agosto do ano passado lançou pela Edufba o livro Guerreiras do Cabaré: a mulher negra no espetáculo do Bando de Teatro Olodum.
Emocionado, o cantor e compositor Jarbas Bittencourt se despediu da atriz em versos, numa letra de música que compôs para ela, assim diz a última estrofe e o refrão.
Onde é que deságua essa correnteza?
Onde é que essa vida ainda quer me levar?
Onde é que essa mágoa desata em beleza? Onde houver samba hoje eu quero é sambar!
Ah, Lagoinha, vou pra lá!
Ah, Lagoinha, vou pra lá! |
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
DÔ... É amanhã!!!
O comedimento da arte japonesa encontra a explosão da energia afro-baiana no Teatro Vila Velha a partir de amanhã, em Dô, às 20h.
Pela primeira vez, alguém que não pertence ao grupo dirige um espetáculo do Bando. A tarefa coube ao dançarino japonês Tadashi Endo, 65 anos, famoso por sua dedicação ao butô, uma espécie de dança-teatro japonesa surgida no Pós-Guerra.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
DÔ estreia sexta, pessoal.
Com estreia marcada para esta sexta-feira (30), o novo espetáculo do Bando de Teatro Olodum, "Dô", palavra japonesa que significa "movimento", é uma criação conjunta do Bando com o mestre do Butoh (estilo de dança-teatro japonês), Tadashi Endo.
O espetáculo,trata da transformação da história individual, da identidade, em energia e será um diálogo entre a contenção da arte japonesa e a explosão de energia afro-baiana.
A montagem tem coordenação de Chica Carelli e direção musical de Jarbas Bitencourt. O elenco do Bando de Teatro Olodum é formado por Ednaldo Muniz, Elane nascimento, Fábio Santana, Leno Sacramento, Ridson Reis, Sérgio Laurentino e Valdinéia Soriano.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Super-Herói Lado a Lado
Ontem estava em casa com minha família e às 18h corri pra frente da tv pra ver a mais uma estréia na telinha. Preparei a pipoca e tudo.Isso porque vi nas chamadas,durante a semana, muitas coisas que me chamaram a atenção nesse novo folhetim que foi ao ar.
Quando começou me deparei com situações que jamais tinha visto na televisão desde que nasci.
Vi um cara bonito e elegante andando no meio das pessoas iguais a ele e demarcava espaço no local onde
Quando começou me deparei com situações que jamais tinha visto na televisão desde que nasci.
Vi um cara bonito e elegante andando no meio das pessoas iguais a ele e demarcava espaço no local onde
mostraria suas habilidades como barbeiro.Inteligente e encantador na arte de falar com os seus,agora,vizinhos e sagaz e humano quando se mostrou forte,consciente e conquistador com muita ginga.
A gente vibrava no sofá com os movimentos do Zé Maria.Viajei.Parecia com às vezes que eu me sentava à frente da tv preto e branco, pra assistir meu super herói favorito Japonês,e que me fazia acreditar que eu podia voar e derrubar 4 ou 5 adversário num contragolpe,também.Tudo isso na minha infância.E essa verossimilhança do Zé me encantou.
E quando ele tirou a mascara e se revelou o ser humano por traz da fantasia foi sublime e diferente demais.O artista que representava o Herói Ze Maria-Lázaro Ramos,pela primeira vez era Negro-Herói,parecia de fato com meu pai.E a mulher que provavelmente será sua "Maravilha Mulher"estava lá junto com seu pai.É uma família com possibilidade de crescer quando eles se juntarem.Vi religião de matriz africana,ao invés de Dogmas cristãos europeus como de costume.
Mais uma coisa me chamou à atenção: o modo como foi abordado e apresentado o Racismo. Era evidente o preconceito com os negros nas ações e reações dos brancos naquelas cenas.Vale ressaltar que o Super-Heroi,agora,sentado à mesa do restaurante mais caro do lugar,com sua futura senhora,sob o olhar do garçom e os demais clientes,envolvido por um silêncio ensurdecedor,fez questão de explicar para àqueles que "…esse é meu lugar,também.Estamos no século XX…"
Diferente de todos os outros, esse Herói não soltava raio laser,teias de aranha,balas de revolver…ele vestia-se de alegria,brincava de jogar capoeira e tinha noção de espaço,tempo e um nome parecido com dos meus tios ZÉ Carlos e Tia MARIA.
Tomara que as crianças e adultos tenham visto o que vi Lazaro Ramos,Camila Pitanga,Milton Gonçalves e Zezeh Barbosa sendo: SUPER HEROIS BRASILEIROS.
Avance Zé Maria!
Por Érico Brás
A gente vibrava no sofá com os movimentos do Zé Maria.Viajei.Parecia com às vezes que eu me sentava à frente da tv preto e branco, pra assistir meu super herói favorito Japonês,e que me fazia acreditar que eu podia voar e derrubar 4 ou 5 adversário num contragolpe,também.Tudo isso na minha infância.E essa verossimilhança do Zé me encantou.
E quando ele tirou a mascara e se revelou o ser humano por traz da fantasia foi sublime e diferente demais.O artista que representava o Herói Ze Maria-Lázaro Ramos,pela primeira vez era Negro-Herói,parecia de fato com meu pai.E a mulher que provavelmente será sua "Maravilha Mulher"estava lá junto com seu pai.É uma família com possibilidade de crescer quando eles se juntarem.Vi religião de matriz africana,ao invés de Dogmas cristãos europeus como de costume.
Mais uma coisa me chamou à atenção: o modo como foi abordado e apresentado o Racismo. Era evidente o preconceito com os negros nas ações e reações dos brancos naquelas cenas.Vale ressaltar que o Super-Heroi,agora,sentado à mesa do restaurante mais caro do lugar,com sua futura senhora,sob o olhar do garçom e os demais clientes,envolvido por um silêncio ensurdecedor,fez questão de explicar para àqueles que "…esse é meu lugar,também.Estamos no século XX…"
Diferente de todos os outros, esse Herói não soltava raio laser,teias de aranha,balas de revolver…ele vestia-se de alegria,brincava de jogar capoeira e tinha noção de espaço,tempo e um nome parecido com dos meus tios ZÉ Carlos e Tia MARIA.
Tomara que as crianças e adultos tenham visto o que vi Lazaro Ramos,Camila Pitanga,Milton Gonçalves e Zezeh Barbosa sendo: SUPER HEROIS BRASILEIROS.
Avance Zé Maria!
Por Érico Brás
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Dô
O ideograma DÔ significa MOVIMENTO - nome provisório do
espetáculo, resultado de nossa colaboração.
O espetáculo trata da transformação da história individual,
da identidade, em energia.
https://www.facebook.com/do.bando.tadashi
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Butoh Brasileiro
Nesta quinta-feira, 29/08, o Bando começou a montar o seu
novo espetáculo, “Butoh Brasileiro”, que tem previsão de estreia pra Novembro.
A direção é de Tadashi Endo, e também de nossos conhecidos e queridos Marcio Meirelles, Chica Carelli e Jarbas Bittencourt.
Tadashi veio ao Brasil em março, fez uma oficina com o elenco
e deixou um esboço de roteiro, que já está sendo relembrando, através de vídeos,
e discutido entre direção e elenco.
Segundo,
Ridson Reis, o processo ainda é um pouco confuso porque tá bem no início. E
diz, também, que é muito diferente/instigante esse jeito de dançar e pensar a
dança.
Fotos: Jorge Washington
Essa montagem conta com o apoio da Uselave e Avianca
que é transportadora do Bando de Teatro Olodum.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Noite de Festa!
Aconteceu na noite de quarta-feira, 29/08, o lançamento do livro "Guerreiras do Cabaré", o segundo do jornalista Marcos Uzel que tem como foco o Bando de Teatro Olodum. Em 2003, Uzel publicou "O teatro do Bando: negro, baiano e popular", um conjunto de reportagens de conteúdo biográfico que documentou a atuação do Bando de Teatro Olodum entre 1990 e 2002. Com esta nova publicação, ele dá continuidade ao seu projeto Trilogia do Bando, que deve gerar ainda uma terceira publicação que atualize a biografia da companhia baiana.
O ponto alto da noite foi a leitura de trechos do livro pelos atores do Bando de Teatro Olodum. Ao final, Marcio Meirelles destacou a importância da publicação e anunciou que o espetáculo "Cabaré da Rrrraça" volta a cartaz em janeiro de 2013.
Fotos: Tai Oliver
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